A Abelha rainha de vocês esta de volta!

 

Andei distante, me perdendo de mim mesma, caindo em abismos e aprendendo na queda de cada um deles. Mas, enfim, a Abelha de vocês está de volta, repleta de novas histórias que passei, novas experiências gostosas. E escrever, para mim, também é algo orgástico do qual eu havia esquecido.
Eu havia trabalhado o dia todo, cabeça cheia pra caralho. Só desejava um Campari ou uma dose de tequila, colocar minha bela raba para cima e rebolar, sem pretensões sexuais.
Cheguei em casa, tomei um banho quente, passei hidratante, óleo no corpo, perfume, um vestidinho mostrando parte do meu rabo, cabelão solto, salto alto… pronto. Estava pronta pra mais uma noite.
Chego no meu local de sempre, e lá estava ele… Tenho que confessar que é meu tipo. O jeito de se vestir já me chamou atenção. Nossos olhares se cruzam: o meu desanimado e cansado (confesso!) e o dele de predador, brilhando, quase incandescente… ou seria indecente? Sinceramente, acho que uma fusão dos dois.
Horas depois, esse bofe estava entre minhas pernas, com sua boca macia e língua ligeira brincando com meu clitóris, me engolindo inteira. Ele era grandão, conseguia me pegar como uma boneca, me jogando de um lado para o outro. Me senti uma bonequinha de pano em seus braços.
E ele tem algo em específico que eu amo, que poucos conseguem fazer: ele se entrega ao momento. Montava em mim, me beijava e parecia entrar em transe dentro de mim. Chegava a babar de tanta vontade e tesão. Um pauzão enorme, rígido, que me preenchia todinha. Urrava, gemia muito… gozei gostoso com ele.
E, em uma noite, estávamos em uma pegação louca e intensa quando um segundo homem aparece e começa a nos observar. Nos entreolhamos, confirmando o desejo. Chamo o bonito, arranco a calça dele olhando para o bofe — e seus olhos já eram chamas. Engulo tudo e digo, com a voz doce e mansa: “Nossa, que delícia de pau!”. Ele manda engolir mais e mais, me puxa pelos cabelos e manda eu sentar no bonito. Como sou uma putinha obediente (lembrando que não é sempre), obedeci. O bofe observa, louco, com a pica dura na minha boca, sentando em um e mamando o outro.
Depois, o bonito me pega de quatro, e ele ali, observando tudo, monitorando, conduzindo nosso jogo… O bonito anuncia que vai jorrar. Ouço ele me mandando tomar tudo. Obedeço.
Ele me puxa e me beija — um beijo longo e demorado. Me joga na cama, monta em mim, sai de órbita, geme, urra… e goza.
Saio, venho pra casa, sinto a brisa da madrugada no rosto e aprecio minha liberdade. Como é gostoso ser livre… e, às vezes, ser presenteada com esses “acasos gostosos” da vida.

 

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